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Coliseu: De Roma para as salas de aula em escola do Esmeralda
Professora de história Vanúbia Nunes trabalhou a temática com alunos do 6º ano
24/11/2021
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Por vezes a inspiração vem de pequenas coisas. Uma réplica do anfiteatro Coliseu localizado em Roma, na Itália, foi o necessário para despertar o interesse dos alunos do 6º ano da EM Professora Maria de Lourdes Santos. A professora de história Vanúbia Nunes dos Santos aproveitou o objeto para iniciar a matéria sobre a cultura romana a ser trabalhada com as três turmas. Mas a vontade dos estudantes por conhecerem mais sobre tal civilização foi tanta que transcendeu os limites da sala e envolveu toda a escola.

Para inserir a temática durante a aula, Vanúbia dos Santos apresentou a réplica do Coliseu aos alunos. Símbolo da cultura romana e um dos pontos turísticos mais visitados na Itália, o anfiteatro levou oito anos para ser construído ficando pronto em 80 d.c.. Chama a atenção pelo seu formato oval, revestidos por areia e argamassa, sendo até hoje o maior espaço erguido para o seu segmento.

Com base nesta referência, a professora começou a compartilhar detalhes da cultura romana com os alunos. O ponto principal foi de mostrar que até hoje temos influencias diretas no nosso dia a dia que tiveram início com essa civilização. “A língua portuguesa é oriunda do latim, idioma utilizado pelos romanos no anfiteatro. As leis que temos foram embasadas também nesta época. Então muito do que conhecemos vem da influência de outras civilizações e essa é uma dessas”, destacou.

Como parte do aprendizado e visando envolver pais e responsáveis, a docente propôs como atividade que os alunos fizessem uma réplica do Coliseu com papelões. Os trabalhos dos alunos ficaram expostos no corredor em frente as salas de aulas. Além das miniaturas do anfiteatro produzidos por eles, a professora fez uma exposição de desenhos que retratam o ponto turístico histórico pintado pelos estudantes.

Virada – Foi neste momento que o projeto ganhou proporções maiores. Ao verem as maquetes e desenhos, os alunos de outras turmas começaram a mostrar curiosidade e entender sobre o que se tratava. O interesse foi ainda maior por parte dos estudantes dos primeiros anos do Ensino Fundamental. “Então, aproveitei o material disponível na Plataforma Digital Educacional para produzir cartazes que explicavam detalhes do que era o Coliseu e a cultura romana”, comentou Vanúbia dos Santos.

Uma vez despertado o interesse dos demais alunos, a docente pensou em outra iniciativa para envolver as turmas. Para tanto criou uma votação para eleger as melhores maquetes e desenhos pintados. A divulgação dessa enquete ficou por conta de duas alunas do 6º ano que percorreram os colegas a escolherem o trabalho que mais gostaram. Ainda em data a ser definida, a professora e a equipe técnica da EM Prof.ª Maria de Lourdes dos Santos farão a premiação, entregando também certificado de participação.

O que começou como uma aula de história no 6º ano recebeu novo formato e passou a permear a disciplina de língua portuguesa com alunos do 3º ano. Os pequenos estão aprendendo sobre diferentes gêneros textuais, entre eles, a escrita de bilhetes. Para colocar o aprendizado em prática, produziram a escrita parabenizando o trabalho envolvendo as maquetes e desenhos realizado pelos maiores. Os textos serão lidos pela professora Vanúbia dos Santos durante as aulas de história.

Em outra turma, também do 3º ano, a professora Katiuscia Muniz da Cunha, preparou uma aula voltada ao Império Romano e a estrutura do Coliseu, antes da os alunos dela participarem da votação dos trabalhos. Ao chegarem ao local onde ocorria a eleição, os pequenos ficaram maravilhados por reconhecerem nas maquetes o que tinham aprendido em sala de aula momentos antes.

Segundo Katiuscia Muniz, o projeto desenvolvido pela colega de trabalho tem sido admirável pelo fato de despertar o interesse dos estudantes em um tema complexo como o Coliseu e a cultura romana. “Quando isso acontece, o mínimo que podemos fazer é prestigiar e, se possível, envolver nossos alunos de alguma forma também. Ainda mais pelo momento vivido, onde todos nós, docentes, estamos retornando e nos reorganizando à rotina de conteúdos”, exemplificou.

Reconhecimento – Para a assistente técnico pedagógico (ATP) da EM Prof.ª Maria de Lourdes Santos, Raquel Santos Zandonadi, o projeto mostrou ser possível tornar os alunos protagonistas da ação. “Outro aspecto que acredito muito é de que a escola não precisa fazer o letramento das crianças não apenas dentro da sala de aula. O uso de murais nas paredes e outras ferramentas auxiliam com que esse momento de aprendizado percorra por toda a unidade”, enfatizou.

“E escola que tem vida promove o letramento por si só. Sempre destaco com os professores a necessidade de sair da sala de aula e expor aquilo que está sendo trabalhado. Pois servem como estimulo mesmo”, completou Raquel Zandonadi. “Outro aspecto importante é de que o aluno se sente pertencente ao espaço que está inserido, pois se trata de uma forma de valorizar o empenho que teve para executar a tarefa proposta.



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