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Foto: Jairo Marques
 
Comissão de Proteção a Áreas de Invasão faz balanço dos trabalhos do 1º ano de atividade
Ao todo, 876 famílias foram cadastradas em 18 áreas de invasão na Cidade
22/8/2022 | Luciano Agemiro , MTB: 73.143
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A Comissão Especial de Proteção das Áreas de Preservação, formada por representantes de diversas pastas de Praia Grande, se reuniu na sexta-feira (19) para apresentar aos participantes o balanço das atividades do primeiro ano do grupo. Entre as principais ações, 876 famílias foram identificadas e cadastradas em 18 áreas de invasão na Cidade. Essas áreas são monitoradas constantemente para evitar novas invasões.

As áreas identificadas são locais onde foram realizados destruição de matas protegidas, aterramento de áreas de manguezal e também construções em áreas alagadiças, ou seja, locais onde naturalmente enche com a chuva. Por causa dos riscos aos moradores desses locais, parte deles fossem removidos destas áreas e aguardam o termino das construções de 100 unidades habitacionais para ganharem lar definitivo.

O trabalho da comissão seguiu etapas. Primeiro a identificação dos locais ocupados, depois o planejamento de ações para cada área, o congelamento das áreas e o monitoramento desses locais. Durante as ações de congelamento, as famílias que vivem nessas áreas são cadastradas e passam a ser alvo das ações habitacionais do Município, como por exemplo as construções de unidades habitacionais.

As construções irregulares receberam identificação da Secretaria de Habitação, com número de cadastramento. A áreas de risco de alagamento receberam placas de alerta.

De acordo com o presidente da Comissão, o secretário de Habitação de Praia Grande, Anderson Mendes, além de levar risco à fauna e flora, invasões e construções irregulares colocam em perigo as pessoas que vivem nestes locais. “Alagamentos, desabamentos, infecções e outros problemas podem atingir essas pessoas. Serviços como saneamento básico, saúde e Educação acabam não sendo oferecidos de forma satisfatória”.

Comissão – O principal objetivo da Comissão é identificar todas as ocupações desordenadas em áreas de preservação e risco, estabelecendo as medidas necessárias para a proteção desses espaços e também das famílias ocupantes. O órgão é composto por representantes das secretarias de Habitação (Sehab), Meio Ambiente (Sema), Assistência Social (Seas), Urbanismo (Seurb), Assuntos de Segurança Pública (Seasp), além da Procuradoria Municipal.



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